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Doença de Sever: dor no calcanhar de crianças que praticam esportes

Doença de Sever: dor no calcanhar de crianças que praticam esportes

(Quando o calcanhar dói durante a corrida, a gente precisa olhar com carinho para a Doença de Sever: dor no calcanhar de crianças que praticam esportes.)

De repente, no meio de um treino de futebol ou de uma aula de corrida, a criança começa a andar diferente. No fim do dia, reclama do calcanhar e, no dia seguinte, parece que piorou, principalmente quando pisa duro ou sobe escada. Em casa, a gente observa: diminui o ritmo, evita saltar e reclama ao fim da atividade, como se o corpo estivesse cobrando algum preço do crescimento.

E quando a rotina do esporte vira um gatilho para a dor, vale parar para entender o que está por trás. A Doença de Sever: dor no calcanhar de crianças que praticam esportes é uma causa comum de incômodo nessa fase e costuma confundir pais e educadores, porque não parece uma lesão traumática típica. Na maioria das vezes, o problema aparece durante estirões de crescimento e se intensifica com impacto repetido.

Neste artigo, a gente vai transformar essa cena do dia a dia em um caminho de cuidado: como reconhecer sinais, o que costuma piorar, o que ajuda na rotina e como conversar com um profissional. O foco é prático e voltado para o bem-estar da criança, sem travar o esporte por medo, mas também sem ignorar dor que merece atenção.

O que é a Doença de Sever e por que dói no calcanhar

A Doença de Sever é uma condição dolorosa relacionada ao crescimento, mais frequente em crianças e adolescentes que estão em fase de desenvolvimento. Ela costuma afetar a região do calcanhar por causa das forças repetidas que passam pela área durante atividades com impacto: correr, pular e fazer mudanças rápidas de direção.

Na prática, o calcanhar funciona como um ponto de apoio. Com o crescimento, estruturas que precisam se ajustar podem ficar mais sensíveis. Aí, qualquer carga extra do esporte, principalmente se a rotina estiver intensa, tende a aumentar a dor.

O mais comum é perceber que a criança sente incômodo durante ou logo após a atividade. Em muitos casos, o desconforto melhora com repouso e reaparece quando volta a treinar.

Sinais que costumam aparecer em quem treina e sente dor

Tem uma diferença entre aquela fisgada que vai embora rápido e o padrão que se repete. Na Doença de Sever, é comum haver um ciclo: melhora quando descansa e volta quando a atividade volta a ser intensa.

Observe se a criança apresenta:

  • Dor no calcanhar: geralmente na parte de trás, bem na região onde o pé encontra o chão.
  • Piora com impacto: correr, pular, brincar de corrida e saltos parecem intensificar.
  • Limitação temporária: ela reduz atividades que exigem pressão no calcanhar, como saltar e correr mais forte.
  • Melhora com descanso: nos dias em que treina menos, a dor tende a aliviar.
  • Alteração no jeito de pisar: por dor, a criança pode apoiar de um jeito diferente para aliviar o incômodo.

Esse conjunto de sinais ajuda a entender por que a Doença de Sever: dor no calcanhar de crianças que praticam esportes aparece muito em atletas mirins. E também mostra por que ignorar o desconforto por longos períodos pode prolongar o sofrimento.

O que costuma piorar: rotina, calçado e superfície

Nem sempre a dor surge do nada. Muitas vezes, existe um motivo que aumenta a carga no dia a dia. A gente vê isso quando a temporada começa, quando a criança passa a treinar mais dias na semana ou quando o ritmo de atividades aumenta sem um ajuste gradual.

Alguns fatores aparecem com frequência:

  • Aumento súbito de treino: mais jogos, mais repetições e mais tempo em atividades com impacto.
  • Calçado inadequado: tênis muito gasto, com pouca sustentação ou sem amortecimento adequado para a fase.
  • Superfícies rígidas: piso duro, asfalto e quadras sem absorção aumentam o impacto.
  • Fadiga e alongamento insuficiente: quando a musculatura fica sobrecarregada, a região do calcanhar sente mais.
  • Histórico de sensibilidade: quando a criança já teve episódios parecidos antes, o corpo pode ficar mais reativo.

A ideia aqui não é culpar o esporte, nem transformar a prática em algo proibido. É ajustar as condições para que o corpo consiga acompanhar o ritmo.

Como é o diagnóstico e por que vale avaliar cedo

Na cena comum, a gente tende a esperar a dor passar sozinho, principalmente quando a criança continua indo para a escola e consegue andar. Só que com a Doença de Sever, o padrão de repetição importa: quando a dor volta toda vez que treina, existe uma chance de a condição estar ativa.

O diagnóstico normalmente é feito com base no exame clínico e no histórico de atividades. O profissional observa como a criança pisa, onde exatamente dói e como a dor reage a determinados movimentos e pressão na região do calcanhar.

Em alguns casos, pode haver necessidade de investigar outras causas de dor no pé para garantir que não é outra condição. Avaliar cedo ajuda a reduzir a chance de a criança ficar no ciclo de tentar treinar e sempre voltar a sentir dor.

O que dá para fazer no dia a dia quando começa a dor

Quando o calcanhar começa a incomodar, a gente precisa agir com calma, mas sem deixar virar normal. O objetivo é reduzir impacto e permitir que a fase sensível do crescimento passe com mais conforto.

Algumas atitudes práticas costumam ajudar:

  1. Reduza atividades com salto e corrida: durante a fase dolorosa, trocar por exercícios de menor impacto pode reduzir a irritação.
  2. Observe o calçado: verifique se o tênis está gasto, sem amortecimento e com solado duro. Um calçado mais apropriado pode aliviar a carga.
  3. Ajuste o ritmo do treino: diminuir frequência e volume até a dor melhorar costuma ser mais inteligente do que insistir.
  4. <strongAqueça e prepare o corpo: uma rotina simples de preparação antes da atividade pode ajudar a reduzir sobrecarga.
  5. Use sinais da criança como guia: se doer durante o exercício, o melhor é ajustar. Dor que se repete indica que o corpo está pedindo pausa.

Se a criança estiver com muita dor, com dificuldade para caminhar ou com piora progressiva, é importante procurar orientação. A Doença de Sever: dor no calcanhar de crianças que praticam esportes não deve ser tratada como se fosse apenas um incômodo passageiro.

Tratamento para tendinite no tornozelo: onde a prevenção encontra a reabilitação

Às vezes, pais e treinadores associam a dor apenas ao calcanhar. Mas na prática, a região está ligada a estruturas do tornozelo e da panturrilha. Quando existe tensão muscular e sobrecarga repetida, o conjunto pode ficar sensível.

Por isso, parte do cuidado envolve reabilitação orientada, ajustes de rotina e fortalecimento dos grupos mais solicitados. O profissional pode trabalhar mobilidade e controle de carga para reduzir a irritação.

Em algumas situações, o plano inclui medidas que lembram o raciocínio usado em tratamento para tendinite no tornozelo, porque a lógica de tratar a causa funcional, e não só o sintoma, costuma ajudar na recuperação.

O que costuma fazer diferença é ter um plano claro de retorno ao treino. Sem isso, a criança pode melhorar por alguns dias e depois voltar a sentir dor por retomar a carga cedo demais.

Alongamento, fortalecimento e controle de carga sem exageros

Alongar é comum na rotina de quem treina, mas a forma e o momento importam. Na Doença de Sever, a ideia é reduzir tensão e preparar o corpo para a atividade, sem provocar desconforto na fase mais sensível.

O profissional pode indicar exercícios focados na panturrilha e na mobilidade do tornozelo. Além disso, o fortalecimento de cadeia posterior e o trabalho de controle do movimento ajudam a distribuir melhor as forças ao longo do pé.

Para a gente manter isso simples em casa, alguns princípios valem como guia:

  • Sem dor como meta: desconforto leve pode existir, mas dor forte não é sinal de progresso.
  • Progressão gradual: se a criança melhora, aumenta devagar. Se piora, reduz e reavalia.
  • Consistência maior que intensidade: pequenas sessões regulares tendem a funcionar melhor que uma ou duas tentativas muito longas.
  • Retorno ao esporte planejado: organizar o momento de voltar ajuda a evitar recaídas.

Como organizar o retorno ao esporte sem deixar a criança sofrer

Voltar ao treino é uma ansiedade comum. A criança quer jogar, os pais querem ver o esporte funcionando, e o técnico quer retomar a rotina. Só que a dor no calcanhar pede organização para o corpo acompanhar.

Um bom retorno costuma seguir o raciocínio de diminuir primeiro as atividades mais impactantes e depois aumentar gradualmente. Isso pode significar começar com treinos que exigem menos saltos e menos velocidade.

Também ajuda alinhar expectativas: por alguns dias, a criança pode sentir sensibilidade ao final do treino, mas deve haver tendência de melhora. Se a dor volta com força em toda sessão, provavelmente é cedo para aumentar a carga.

Quando a família encontra orientação e acompanha a evolução, fica mais fácil manter a prática esportiva com segurança. Para complementar informações sobre a infância e a saúde no contexto local, vale conferir conteúdos no diariopernambucano.com.br.

Quando procurar atendimento com mais urgência

Tem situações em que a gente não deve esperar. Se a criança começa a mancar com frequência, se a dor impede de participar da escola e das atividades do dia, ou se piora apesar das pausas, é melhor procurar um profissional.

Alguns sinais de atenção:

  • Dor intensa e persistente: que não melhora com repouso.
  • Limitação importante: dificuldade real para caminhar ou levantar.
  • Inchaço ou vermelhidão marcantes: especialmente se surgirem juntos com a dor.
  • Incapacidade de suportar peso: quando a criança evita apoiar o pé.

Nesses casos, a avaliação ajuda a confirmar o diagnóstico e a definir o melhor plano de cuidado. A ideia não é alarmar, é garantir que a criança não fique presa num ciclo de dor.

Conclusão: como a cena muda depois das dicas

Naquela manhã em que o calcanhar parecia pedir pausa no meio do treino, a gente não precisava só torcer para melhorar. A partir do momento em que observou o padrão, ajustou a rotina e organizou a volta ao esporte com menos impacto, a cena começa a mudar. O treino deixa de ser um gatilho constante e vira parte de um processo em que a criança consegue participar com mais conforto.

Para resumir: a Doença de Sever: dor no calcanhar de crianças que praticam esportes costuma aparecer com estirões e impacto repetido, piora com aumento de carga e calçado inadequado, e melhora quando a gente reduz estímulo, ajusta rotina e segue reabilitação orientada. Se hoje a criança reclamou do calcanhar, a gente pode aplicar as dicas agora: diminua saltos e corrida por alguns dias, revise o tênis, observe a resposta do corpo e, se a dor persistir, procure avaliação profissional para retomar com segurança.

Sobre o autor: César Walsh

Economista e financeiro formado pela USP, César Walsh trilhou uma carreira global, escalando o mundo dos bancos e mergulhando nas finanças internacionais na Alemanha. Atualmente, usa sua expertise para revitalizar empresas em crise no Brasil e compartilha insights no (nome do site). Constantemente aprimorando-se através da escrita.

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