João Fonseca realiza hoje o primeiro treinamento na estrutura do Masters 1000 de Roma. A competição terá peso para o brasileiro mirar voos mais altos em Roland Garros, que será disputado de 24 de maio a 7 de junho em sua chave principal.
O torneio nas quadras do Foro Italico, de 6 a 17 de maio, se torna decisivo para a definição dos cabeças de chave do Grand Slam francês.
A atividade, na quadra central, será com o australiano Alex de Minaur, atual número 8 do mundo.
O brasileiro vai à 29ª colocação na atualização que será feita no ranking. Ele ganha duas posições em relação à última lista.
Em Roland Garros, os cabeças de chave estão no corte dos 32 mais bem colocados. Se mantiver este ranking, Fonseca seria o cabeça de chave 28 — entre 25 e 32, pode enfrentar um dos top 8 do torneio na terceira rodada.
O ranking dos tenistas em 18 de maio definirá quais serão os cabeças de chave do torneio.
João Fonseca tenta melhorar o desempenho em Roma. No ano passado, caiu na estreia ao ser derrotado pelo húngaro Fabian Marozsan.
A última partida do brasileiro foi em 26 do mês passado, quando perdeu para Rafael Jódar no Masters 1000 de Madri. Caso seja eliminado de maneira precoce em Roma, a programação inicial de Fonseca aponta para o ATP 500 de Hamburgo.
João caiu na terceira rodada do Masters 1000 de Madri após derrota por 2 a 1 para o espanhol Jódar — em jogo em que não teve bom desempenho no terceiro set e perdeu por 6 a 1, com direito a quebra de raquete no chão.
“Acho que foi, definitivamente, uma partida difícil. Meu foco principal foi o aspecto mental, pois sabia que ambos estávamos sob pressão. Infelizmente, não consegui lidar com isso no terceiro set. Ainda estou trabalhando, tentando encontrar aspectos que me ajudem a melhorar tanto como pessoa quanto como jogador. Continuo progredindo, e esse é o ponto principal. Volto à quadra, reflito nos dias seguintes sobre o que poderia ter feito melhor, qual atitude teria sido mais adequada e trabalho nisso.”
João Fonseca, ao “Punto de break”
